O Mundo da

30 junho 2007

P....? Nem Vê-las


Uma pessoa vai ao Salão Erótico para arregalar a vista. Para ver espécimes interessantes que podem ter o cérebro ôco mas têm um corpo que compensa alguma futilidade inerente ao universo porno.


Se estava à espera de ver grandes "pindericalhos" como o tão afamado falo de Nacho Vidal, bem me lixei. A mim calhou-me apenas um pirilau minusculo colado na ponta de um lápis...nem dá pra consolar a vista quanto mais o resto!


Ao menos ficam como pontos positivos a Ciciolina, que esteve a dar autógrafos na FIL. A senhora de clássicos como Banana com Chocolate (a banana ainda ia...agora o chocolate...vai lá vai) está muito bem conservada com umas peitaças a encher a vista.


Num estilo diferente também assisti ao número de Sonia Baby, a actriz porno espânica, conhecida por ter uns musculos vaginais anormalmente ginasticados, ao ponto de dar autógrafos com a "tcheca" como diz a minha querida Nelly.

Uma verdadeira artista que levou o público ao rubro com o seu número, poderia chamá-lo "o número do fontanário", onde após verter meio litro de água pela genitália, consegue expeli-la de forma fenómenal...melhor, só com foguetes!

Cláudia Matos Silva

27 junho 2007

Há coisas que já não se justificam

Este post trata-se, apenas, de uma reacção que considero justa a um dos textos publicados no site do Partido Nacional Renovador (PNR) a propósito da realização do 11º Arraial Pride, no passado Sábado dia 23.06.2007.

Através do que foi escrito nota-se, claramente, que este partido desconhece o que é a Carta dos Direitos Humanos, nem o que é o direito de Igualdade para Todos.
Então deixem que vos (PNR) informe. Quando se fala em todos, são mesmo todos não são apenas alguns. E aqui os homossexuais também estão englobados.

No texto pode ler-se “De novo, pedimos desculpa pelo repelente da imagem”. Não precisam pedir desculpa, até porque já todos sabem que tipo de 'sângue' vos corre nas veias. E já agora a imagem nada tem de repelente, são apenas dois homens abraçados. É assim tão horrível?

Mais à frente lê-se, também, “Lisboa, desta cidade que tem sido um verdadeiro feudo do loby gay e da promoção da homossexualidade desde há uns largos anos a esta parte”. Gostava imenso de saber que loby é esse, se os direitos ainda são reivindicados e a comunidade gay espera à anos por ter outro tratamento. Por norma os lobys atribuem regalias a quem deles disfruta... algo que a comunidade gay nem sequer sabe o que é.

E o disparate continua...
Perguntam, ainda, se “Alguém perguntou aos lisboetas e aos portugueses se concordam com a promoção pública da homossexualidade?”
Quem disse que é promoção? Não se trata de promover a homossexualidade, mas sim de reivindicar direitos e de festejar o facto de GOSTAR DE SER GAY, de NÃO TER MEDO DE O ASSUMIR, de TER CORAGEM DE DAR A CARA por uma causa.
Aqui não se está a vender um produto qualquer que necessite de promoção. Aliás a publicidade ao evento foi bastante reduzida e nem por isso a adesão foi baixa. Segundo as estatisticas, este foi o Arraial Pride mais participado de todos o que demonstra que os portugueses estão cada vez mais compreensivos em relação às causas que movem a comunidade LGBT.

Para terminar como se o disparate já não bastasse ainda rematam com esta “O PNR é o único partido que rejeita a promoção da «cultura gay» e do «folclore amaricado». Com José Pinto-Coelho à frente da Câmara de Lisboa não haverá nem mais um tostão para o financiamento da mensagem gay!”.
A isto so me resta dizer: Graças a Deus que, segundo as sondagens, o PNR não vai conseguir eleger nem sequer 1 vereador, quanto mais a presidência da autarquia!

QUEM QUISER LER O TEXTO DO PNR, NA INTEGRA, BASTA CLICAR AQUI
Betty Brown

Não os Abandonem!

Todos os anos o cenário é o mesmo.
Milhares de animais de estimação, na sua maioria cães, são abandonados.
Quando chegam as férias os seus donos não sabem o que fazer com eles, nem onde os deixar: Por favor não os deixem na rua!!!

Quando vou a caminho do norte, nas minha férias, chega a doer-me o coração vê-los vagiar pelas estradas - aqueles que têm a sorte de não morrem atropelados, claro.
São milhares os pets que são obrigados a viver nas ruas depois de terem tido uma casa, um lar que supostamente os deveria ter acolhido até ao fim da vida.

O que muitas pessoas não percebem é que um animal de estimação não é um boneco, mas sim algo que necessita de cuidados, de atenção e sobretudo de serem bem tratados. Por isso considero que quando se toma a decisão de se 'arranjar' um animal, deve-se ter em conta os prós e os contra dessa nossa atitude.

Eu também tenho um cãozito. E só Deus sabe ás vezes o que me custa ir com ele à rua, principalmente no Inverno, mas sei também que essa é a minha obrigação. Coitado!
Isto só para servir de exemplo...

Sempre que vou de férias ele acompanha-me e vai comigo para a minha casa no norte e fica por lá. Por acaso tenho essa possibilidade, mas se não tivesse procurava encontrar quem ficasse com ele, ou ia para um hotel de cães, ou simplesmente nunca tinha ficado com ele.
Isto tudo para quê?
Para chamar a atenção de todos os que têm ou que pretendam um animal, para cuidarem dele como se de um filho(a) se trata-se. Eles merecem!!!
Existem vários cães e gatos para serem adoptados na União Zoófila e que necessitam de carinhos e atenção.
Se querem uma companhia vai até lá e informa-te, mas certifica-te que tens condições para ter um animal de estimação e que lhe podes dar a atenção que ele(a) merece.
Betty Brown

25 junho 2007

Depois da Festa

As dores são mais que muitas: nos pés, na cabeça, nas costas... sei lá eu mais onde.
É este o resultado depois do 11º Arraial Pride, que se realizou este sábado à noite em Lisboa.
No entanto devo confessar que valeu a pena e é como diz o ditado: 'Sofrer para Bela ser'.

Pois bem...
Vamos, então, à analise da festa... (se me permitem)

O local foi espectacular. Uma das praças mais emblemáticas do país receber a festa gay portuguesa, já quer dizer alguma coisa, talvez o modernizar de mentalidades. E nisto a organização e a ILGA estão de parabéns, por terem conseguido devolver à cidade de Lisboa esta festa. Agora sim tem um espaço digno de si mesma – o coração da capital, numa praça que ao longo dos anos viu partirem inumeras vezes os nosso navegadores.
Ainda assim tenho de dizer que fez-me confussão terem destinado à festa apenas um pequeno espaço da praça (já não é mau) – mas gostava que a praça tivesse sido ocupada na sua totalidade.

Os portugueses conseguiram, mais uma vez superar as minhas espectativas ao aderirem em grande numero. Os portugueses mostraram-se muito divertidos e receptivos em relação ao Arraial Pride deste ano, apenas reparei, com alguma tristeza, que apenas se faziam notar duas personagens muito bem caracterizadas: Samantha Rox e Betty Brown (sim eu mesma).
Penso que este ano faltaram travestis, drag queens, como lhe queiram chamar. Faltaram! O recinto precisava de brilho e de fantasia – algo que vi noutras edições e nesta não.


O espectáculo foi (e aqui tenho de dar os parabéns ao meu mano Marinho) muito muito bom, muito bem organizado e com a diversidade que se pretende numa ocasião destas.
O grafismo estava estremamente profissional (aliás nem outra coisa se podia esperar vinda do Mário Varela) e enquadrado dentro desta temática.
A ajuda do staff e a protidão do mesmo em relação aos artistas, foi incorrigivel, sem nada a apontar! Apenas a agradecer.
Ainda assim existiu apenas uma coisa que gostei menos: os separadores entre os artistas. Compreendo a ideia, acho boa, mas penso que deveria ter sido outro instrumental.

Em suma a festa foi como se costuma dizer no universo gay:
UM ARRASSO!!!
UM ESCÂNDALO!!!
Betty Brown

20 junho 2007

Está aí mais um Arraial Pride

A festa de orgulho gay realiza-se, mais uma vez, em Lisboa e desta feita numa das praças mais nobres do país.
A Praça do Comércio vai começar a 'bombar' logo a partir das 18h até às 2 da manhã.
Música não vai faltar sob os comandos dos Dj's Lara Soft & Marta Hari, Monica Seidl, Michael B, e do meu querido Mário Varella & Petzi.


Os artistas, também, vão marcar presença actuando no palco de todas as diversões – eu própria vou ter a minha participação.

O Arraial Pride vai contar com a participação de stands da responsabilidade de associações e colectivos LGBT e instituições de interesse social e humanitário bem como de estabelecimentos LGBT ou LGBT-friendly (bares, discotecas e restaurantes).
2007 é o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos lutando, assim, contra todas as formas de discriminação, incluindo a discriminação com base na orientação sexual.

A Opinião da Betty
É impensável e inaceitável que num país que se quer afirmar na Europa e estar na 'red line' do desenvolvimento exista, ainda, mentalidades tão fechadas.
Onde, passear nas ruas de mãos dadas com o namorado(a) é visto com risadas e comentado com escárneo, só porque são dois homens ou duas mulheres. E é aqui que entra a discussão da igualdade de direitos e não só...
Tomemos como exemplo um homem gay - Ele é diferente de um heterosexual? É?
Claro que não. Em nada. Excepto na sua orientação sexual.
Isso é mau? É prejudicial para alguém?
Na minha opinião não prejudica ninguém em circuntância alguma.
Então porque razão tem de ser visto com diferença? Não faz sentido... Nada disso faz sentido. Só porque á costume, ou por tradição que o homem foi feito para a mulher. Mas que visão retrograda!
Queremos ou não acompanhar a evolução dos tempos?
Queremos ou não estar na linha da frente?
Então mudem-se as ideias.
Faça-se como disse Luíz de Camões (com a sua mentalidade evoluida demais para a sua época):
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
Betty Brown

19 junho 2007


Há momentos que me questiono sobre a utilidade dos homens, quando o feminismo exacerbado me ataca sem que esteja à espera.


Sim, só falta ir para a praça pública queimar a roupa interior e dizer que recuso o "Man" que completa a palavra "WoMan", tal qual as activistas norte americanas. Essas senhoras vão ao extremo de quererem mudar o vocábulo para "Wo".


Depois a consciência desce em mim e em situações tão dramáticas como não ter a Sic Mulher sintonizada na TV, peço a um espécime de "penduricalho" entre as pernas para me ajudar nessa árdua tarefa e voilá.
Na verdade a essência dos homens é única e exclusivamente para servir as mulheres, mas há dúvidas?

15 junho 2007

Stress pós-traumático afecta 14% das mulheres que abortam

O presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental afirmou hoje que pelo menos 14% das mulheres que abortam sofrem de stress pós-traumático, citando um estudo norte-americano, numa iniciativa da plataforma «Não, Obrigada».


«Pelo menos 14% das mulheres que abortam estão sujeitas a um distúrbio de stress pós-traumático», garantiu Adriano Vaz Serra, citando um estudo efectuado nos Estados Unidos em 2004.

De acordo com o psiquiatra, «um número muito maior apresenta parte dos sintomas da síndrome pós-traumática», entre os quais se incluem a lembrança constante do acontecimento, pesadelos, taquicardia e fobias graves, que, nos casos mais graves, pode conduzir ao suicídio.
«Esta patologia pode levar ao suicídio», garantiu o presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, numa conferência sobre as consequências psicopatológicas do aborto na mulher, promovida pela plataforma «Não, Obrigada», que reúne vários movimentoS contra a despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).


Betty Brown

A Falta de Amor

O amor é fodido, diz o mestre Miguel Esteves Cardoso. Agora tenho de confessar, a falta de amor é fodissimo.

Para mim o amor está presente em pequenas coisas desde o gelado que devoro na praia até à soneca bem dormida. Mas há períodos em que só estes pequenos prazeres não preenchem.

Para quem faz uma vida muito virada para o trabalho, porque eu adoro o que faço, é complicado encontrar uma "alma gemea" numa esquina qualquer ou quando estiver parada num semáfero e dou assim uma catrapiscadela para o vizinho do lado que está mais entretido em tirar "burriês" do nariz. É uma vida solitária, entre três gatos que só querem que os alimente e, quando lhes apetecer, afague o pêlo lindo e sedoso. E a mim, quem me afaga?

A semana passada fui à net, ao site de engate, Meetic, sim porque eles chamam-lhe muita coisa, convívio e tal, mas o que se faz por lá é claramente engatar. Conheci duas pessoas, totalmente diferentes. Um dia sai com um, no dia seguinte sai com o outro. Resultado prático, uma imensa frustração.

O amor não é como fast-food. É necessário tempo para maturar possiveis situações. E não é às pressas que vou encontrar o meu grande amor. Para já resta-me dar tempo ao tempo. Mas continuo a gostar de comer o gelado, lambuzar-me até não puder mais, aguardo que alguém o queira fazer comigo.

Fica a proposta...ir à praia, ver o Sol pôr-se e esperar que o frio se abatesse sob o areal. E depois os dois juntos, enroscadinhos, vamos para o carro, entre beijos e carícias com a certeza de que o Hoje tinha sido inesquecivel.

Cláudia Matos Silva

Oh Verão que tardas em chegar

É verdade, o ano passado por esta altura já todos nós andávamos de manga curta e calções. Mas parece que este ano não estamos com essa sorte.

O calor tarda em aparecer e dias de praia nem vê-los.


Ora chove, ora está o dia enublado mas calor, quentinho que é bom - nada. Se bem que por vezes o tempo está abafado e sentimos na espinha um arrepio de calor, se é que isso é possível.

Pois bem estou muito triste porque o tempo assim deixa-me 'down' e não me dá motivação para fazer nada. Por exemplo neste momento deveria estar a trabalhar mas estou na minha secretário, no meu local de trabalho e escrever este texto, porque ainda assim é aúnica coisa que me dá vontade de fazer.

Com o Verão as pessoas ficam mais bonitas, todas bronzeadas, ficam mais dispostas para o AMOR, acordam cedo sem problemas e andam sempre de boa cara. Exactamente o contrário do Inverno em que nos custa levantar da cama porque está a chuver, andamaos todos cheios de roupa que pessam uma tonelada. NÃO!
Eu gosto mesmo é do Verão e de ir para a praia com as amigas, bronzear o corpo sempre com a preocupação de me proteger contra os vários tipos de raios, tendo sempre consciência que a exposição ao sol é fatal e pode causar cancro de pele.

Hoje, fico-me por aqui à espera que o Verão regresse a este país, que bem precisa dele.
Betty Brown

14 junho 2007

1,6 milhões de portugueses sofrem de dor crónica

O Estado pouparia milhões de euros se investisse mais na prevenção e tratamento da dor, fenómeno que afecta 1,6 milhões de portugueses, referem especialistas a propósito do Dia Nacional de Luta contra a Dor, que hoje se assinala.

A dor contribui para o absentismo e provoca quebra de produtividade laboral, embora não haja dados concretos sobre custos directos e indirectos, lacuna que a Associação Portuguesa de Luta Contra a Dor pretende colmatar até final do ano.

De acordo com um estudo realizado em pessoas que frequentam unidades de dor crónica nos hospitais portugueses, em 85 por cento dos doentes a dor interfere de forma moderada ou grave no trabalho, refere o presidente da Associação, Castro Lopes.

Castro Lopes sublinha ainda que, do ponto de vista financeiro, continua a ser mais compensador para as unidades hospitalares fazer cirurgias do que apostar nas unidades de dor - com programas terapêuticos de controlo -, uma vez que o Estado paga mais por uma intervenção cirúrgica do que por uma consulta numa unidade.

Além da questão física, é necessário ajudar a recuperar alterações da vida das pessoas causadas pela dor, como perturbações do sono, do humor ou ansiedade.

Para traçar um cenário da dor em Portugal, um grupo de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto está a realizar um estudo epidemiológico através de entrevistas telefónicas.

Os investigadores pretendem realizar ao todo cinco mil inquéritos e até hoje foram feitos 1.200, que permitem estimar que 16 por cento da população sofre de dor crónica.

Na entrevista pretende-se avaliar a dor crónica de intensidade moderada ou forte (de intensidade igual ou superior a cinco numa escala de zero a 10) presente pelo menos durante seis meses e várias vezes no último mês.

Lombalgias (dores de costas), artrites ou artroses, cefaleias (dores de cabeça) e problemas de coluna são as queixas mais frequentes de quem tem dor crónica.

Relativamente ao tratamento, cerca de 30 por cento dos inquiridos consideram que a sua dor não está a ser bem tratada, o que o coordenador do estudo considera ser reflexo de que em Portugal se continua a subestimar a dor.

"Ainda não se dá a devida importância à dor. Ainda há a noção de que a dor é uma fatalidade e é também um problema da falta de formação dos profissionais de saúde", justifica Castro Lopes, coordenador da investigação.

Portugal tem um Plano Nacional de Luta Contra a Dor, que este ano deveria estar totalmente aplicado, mas que, na opinião de Castro Lopes, ficou muito aquém do desejável.

Uma das metas do plano era que 75 por cento dos hospitais portugueses tivessem unidades de dor, mas apenas 60 por cento o têm hoje.

Só nos States...

A zanga de um autarca da área da Nova Iorque contra o nome de um gelado que ironizava sobre uma lixeira da sua região teve como efeito impulsinar um verdadeiro êxito de vendas.

Foi há cinco anos que Kim e Scott Myles decidiram fazer da cozinha da sua casa em Queens, Nova Iorque, uma fábrica de gelados. Desde então, as oito variedades dos 5 Boroughs Ice Cream (Gelados 5 Municípios) são procuradas por apreciadores, mas o negócio era de pouca dimensão.

Até que James Molinaro, presidente de Staten Island, decidiu promover um boicote aos gelados, quando descobriu o nome da variedade que o casal dedicou ao seu município: Staten Island Ladfill, ou seja, Lixeira de Staten Island. A partir desse momento, a marca tornou-se na mais conhecida de Nova Iorque e um êxito comercial garantido.

Porquê ligar o nome da ilha a uma lixeira? Porque Fresh Kills (Regatos Frescos) era o nome de uma enorme lixeira que servia a região urbana de Nova Iorque, tão grande que era visível do espaço. Foi desactivada há cerca de uma década, e utilizada depois para receber os destroços e entulho das Torres Gémeas depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

De todas as variedades, é a da "lixeira" que tem mais saída. Aliás, os ingredientes nada têm a ver com lixo: gelado de baunilha, recheado com pequenos corações de chocolate, doce de chocolate e cerejas...

Os Myles explicam que o nome foi escolhido num arremedo de "extremismo urbano", ao jeito do que tornou famosa outra marca de gelados, a Ben & Jerry, e nunca tiveram intenção de menosprezar ninguém.

Mas Molinaro diz que assim que olhou para o rótulo "senti-me insultado e desgostoso por ver o nome de Staten Island ligado a um gelado através de uma lixeira!" Decidiu o boicote sem saber que Staten Island é o único município da cidade de Nova Iorque onde os 5 Boroughs Ice Cream não são vendidos...

Para Kim Myles, "o melhor que nos poderia ter acontecido foi James Molinaro pedir o boicote. Foi uma benção do céu."