O Mundo da

21 fevereiro 2007

João Jardim = Palhaço

Alberto João Jardim apresentou numa "comunicação aos madeirenses e portosantenses" que se demitia do Governo Regional da Madeira, isto após uma reunião da comissão política regional do PSD-Madeira.

"Decidi apresentar a demissão do governo regional porque não estou em posição de enfrentar esta multiplicação de novos problemas, sem um mandato claro do eleitorado da Região Autónoma da Madeira", declarou Jardim.

"Coloco-me nas mãos do povo, mas ao recandidatar-me à liderança do Governo Regional demonstro que não fujo, nem abandono, quando as circunstâncias estão insuportavelmente muito mais difíceis", afirmou.

Ora o que é que se conclui daqui?
Isto é uma palhaçada... Uma autêntica palhaçada.
João Jardim já viu que não consegue fazer frente a este Governo socialista.
Não consegue chamar a atenção para si próprio como acontecia noutros tempos.
Então reolve fazer todo este teatro para levar as pessoas a acreditarem que ele é um coitado que não lhe dão o tão desejado dinheirinho e que a Madeira é a enteada de Portugal Continental.
Sinceramente...
Querem ser autonomos? Então sejam em tudo.
Porque para umas coisas querem decidir e fazer sózinhos porque são autónomos, mas quando falha alguma coisa, vêem pedir dinheirinho ao paizinho do Continente.

E mais ainda, ele tem a sorte de saber que vai ganhar, mais uma vez (não sei como, ainda não percebi este fenómeno) e por isso está tão tranquilo e fez o que fez.
Porque se a vitória estivesse termida, acham que ele se atreveria a demitir-se.
Claro que não, aguentava e calava...

Parece-me a mim, que a Madeira é a verdadeira República das Bananas.

Betty Brown

20 fevereiro 2007

Deviamos fazer o mesmo

Parece que os portugueses são dos cidadãos que costumam cuspir muito para o chão.
Se assim é acho que o Governo do nosso país deveria retomar uma lei bem antiga e que consistia em multar todo aquele que cuspia para o chão.


Quem (dos mais antigos) não se lembra dos polícias a passar a multa a quem sujasse a via pública?
É verdade e nem foi assim à tantos anos.

Os cidadãos de Pequim cuspiram menos 3,5% no chão em 2006, uma prova de que a cidade está a avançar rumo aos padrões de civismo estabelecidos pelas autoridades para os Jogos Olímpicos de 2008, que acontecerão na capital chinesa.
Segundo um estudo realizado por Sha Lianxiang, professora da Universidade Popular da China, a taxa de «cuspidores» na via pública desceu de 8,4% para 4,9%.

Entre os meses de Novembro de 2005 e 2006, uma equipa da universidade observou 230.000 residentes da capital, 320 lugares públicos, 180.000 automóveis e 86 pontos de transporte. Além disso, foram feitas sondagens de opinião.
Os resultados revelam que o «índice cívico» de Pequim foi de 69,06% em 2006, 3,85% a mais que no ano anterior.

No entanto, Sha duvida que a população atinja o grau necessário para o evento olímpico. «Governo e cidadãos têm muitas coisas a melhorar», afirmou.

Betty Brown

07 fevereiro 2007

Lisboa a cidade mais segura

Lisboa é a capital mais segura da Europa, onde apenas 10% dos inquiridos num estudo do Instituto Gallup afirmaram ter sido vítimas de delitos comuns. A sondagem revela ainda que Espanha é o país da União Europeia com menor taxa daquele tipo de crimes, seguida por Hungria e Portugal.
O estudo – realizado por telefone junto de 40.000 cidadãos em 18 Estados membros – revela que 9% dos espanhóis e 10% dos portugueses e húngaros inquiridos disseram já ter sido vítimas delitos comuns.

A Irlanda, Reino Unido, Estónia, Dinamarca e Holanda lideram a classificação, com cerca de 20% dos inquiridos a indicarem ter sido directamente alvo de delitos comuns no último ano.

A média comunitária situa-se em 15%, o que representa uma forte redução em relação ao pico de 21% que se registou em 1995. A Bélgica é o único país analisado que contradiz esta tendência de baixa.

Quanto aos problemas relacionados com drogas, Espanha é dos países mais afectados com 15%, apenas atrás de Grécia e Luxemburgo, tal como a nível dos assaltos, atrás da Irlanda, Estónia e Grécia.

Quando inquiridos sobre se tinham estado em contacto com material relacionado com o uso de drogas, por exemplo encontrando seringas em jardins, os portugueses, gregos, luxemburgueses, espanhóis e italianos lideram a lista das respostas afirmativas.

Quanto ao furto de objectos de automóveis, Portugal lidera juntamente com a Estónia, Reino Unido e Irlanda.

Em relação aos crimes racistas na UE, a média ronda os 10%, com a Bélgica a destacar-se com 20%.

Apesar de se ter registado uma redução das taxas de criminalidade, 30% dos inquiridos asseguram não se sentirem seguros nas ruas.

Esta percepção é especialmente aguda em Portugal, Luxemburgo, Itália e Estónia.

No entanto, o estudo situa Lisboa como a grande cidade mais segura da UE, seguida por Atenas e Budapeste (13%) e Madrid (14%)

Em contrapartida, Londres é a cidade menos segura, onde 32% dos inquiridos disseram ter sido vítimas de delitos comuns em 2005 (Nova Iorque regista 23% e Istambul 18%).

A sondagem, publicada segunda-feira, foi elaborada por um consórcio liderado pelo Gallup em que participaram também, entre outros, o instituto da ONU especializado em questões de Justiça e Interior (UNICRI), e o instituto Max Planck, e contou com financiamento da Comissão Europeia.
Betty Brown