O Mundo da

17 julho 2007

Um dia de Praia...

Não há nada melhor do que levantar cedinho e saber que se tem pela frente um dia fabuloso de praia, quentinho e cheio de sol e brisa do mar.
Fazemos as malas, fato de banho, chapéu de sol (importantíssimo) e protector solar.

Não fossem as intermináveis filas de trânsito até à Costa da Caparica e o dia seria perfeito, mas como diz o ditado 'não há bela sem se não' e lá aguradamos cheias de calor até chegarmos ao areal.
Chegámos!
Como é bom enterrar os pés na areia, ainda, fria porque é manhã e contemplar aquele azul que só o mar nos sabe e pode dar. As gaivotas sobrevoam as nossas cabeças com o seu som típico de quem procura alimento e aquele cheio a brisa e a areia humida da madrugada.
Há então que estender a toalha, abrir o chapéu e disfrutar de um rico dia de praia.
Insistentemente os miúdos pedem que lhes encha o barco insuflável e ficam todos contentes quando brincam com ele dentro de água.

Ah!
Como eu adoro a praia...


Mas nem tudo são rosas, nesta ida à Costa. É verdade existem coisas que me irritam solenemente.
Parece uma parvoice, mas detesto a areia e se associado a esta vem o vento, pior ainda.
Não há nada que me faça sair da praia, a não ser o facto de ficar com o corpo cheio de areia arrastada pelo vento (acho que tenho de comprar um desses novos protectores de rápida absorção).

Mas falemos daqueles dias em que o sol brilha, há prazer em estar tempos intermináveis dentro da água e dar grandes passeios à beira-mar.
Nesses dias não há, claramente, nada melhor do que passar o dia na beach, não descuidando o uso do protector solar principalmente nas crianças.

O problemas surge na altura de ir embora, quando os miúdos pedem para ficar mais um bocadinho e nós aproveitamos o facto de também termos pouca vontade de sair e dizemos: 'Tudo bem, mas é só mais meia horinha'.
Passado esse tempo eles pedem perlongamento dessa meia hora, mas nó já estamos cansadas e decidimos ir mesmo para casa.

Decididos a voltar, sirge o tormento das incontornáveis filas de regresso a Lisboa e é aqui que os miúdos, cansados de tanta brincadeira, acabam por adormecer no banco de trás do carro e a nossa cabeça só fixa a banheira em casa com um bom banho relaxante.

Ah! Finalmente em casa!
Home Sweet Home!

E assim se passa um belo dia de praia.
Betty Brown

08 julho 2007

Nova Lei do Tabaco

Quando o Governo já aprovou a nova lei do tabaco, fumar é algo que já se pensa duas vezes antes de acender um cigarro.
O Governo quer que sejam os estabelecimentos a escolher se ‘aceitam ou não’ que se fume dentro das suas casas, nomeadamente em restaurantes e discotecas.
Ora bem. Vejamos…

Acham que se os proprietários escolherem não fumadores, vão ter clientela suficiente para viabilizar o negócio?
Eu penso que não, sabendo desde logo que os frequentadores, sobretudo, dos locais de diversão nocturna são fumadores natos. Por isso se uma discoteca vai impedir que se fume dentro do recinto vai, claramente, ficar às moscas ou quase.
Nisto Espanha vai, mais uma vez, à frente existindo já discotecas e restaurantes que têm reservado um espaço específico para se fumar umas cigarradas e devo confessar, pelo que vi, que o resultado é bastante positivo.
Mas tal como Espanha, também Londres e Paris já aderiram a este tipo de opção, porque se os não fumadores não têm de ser obrigados a suportar o fumo, o mesmo acontece em sentido. Os fumadores não devem ser privados de um vício que, sabemos bem nós os fumadores, é difícil de controlar.
E ainda há a vontade do Governo em limitar, no mínimo claro, o preço do tabaco, Não será isto beneficiar as tabaqueiras?
Para quanto vai cada maço de tabaco?
Bem vou aguardar para ver no que vai dar esta lei.
Betty Brown