O Mundo da

06 setembro 2007

Morreu mais uma excelente voz da música clássica

O tenor italiano, de 71 anos, morreu em sua casa, em Modena, Itália, após uma longa luta contra um cancro no pâncreas.
Luciano Pavarotti, que morreu hoje de madrugada, tinha sido operado em Julho do ano passado a um tumor no pâncreas.

O tenor fora hospitalizado em Agosto, mas nas últimas semanas estava em sua casa, rodeado da família.
Dotado da mais excepcional e cara voz do Mundo, o tenor italiano soube impor-se nos palcos mais prestigiados - do Scala de Milão à Metropolitan Opera de Nova Iorque - com a sua imponente figura, a soberba barba escura e sorriso cativante.

Nascido a 12 de Outubro de 1935 em Modena (norte de Itália) Luciano decidiu-se primeiro pelo ensino, mas optou definitivamente pelo canto em 1961.
«A Boémia» de Puccini - a sua ópera preferida - que interpretou no palco da ópera de Reggio Emília, trouxe-lhe um êxito fulgurante, que depressa ultrapassou as fronteiras de Itália e da Europa.

Donizetti («A Filha do Regimento»), Bellini («A Sonâmbula»), Rossini («Guilherme Tell»), Verdi («Rigoletto») estão presentes em mais de 30 anos de digressões mundiais do tenor.
Amante de puro-sangue, das massas frescas e dos bons vinhos, este gigante de 1,90 de altura (para um peso variável de 85 a 120 quilogramas) é pai de quatro filhas e avô.
Casou-se em segundas núpcias em Dezembro de 2003 com a sua ex-colaboradora Nicoletta Mantovani, trinta anos mais nova.

Em Julho de 1998, durante um mega-concerto transmitido a partir da Torre Eiffel (Paris), José Carreras e Plácido Domingo formaram com Pavarotti um formidável trio de tenores.
Á frente de uma das maiores fortunas do Mundo de uma farta discografia, o tenor do século, de 71 anos, empreendeu em Maio de 2004 uma digressão mundial de despedida.

Teve de a interromper em Julho de 2006 para ser operado a um cancro no pâncreas.

17 julho 2007

Um dia de Praia...

Não há nada melhor do que levantar cedinho e saber que se tem pela frente um dia fabuloso de praia, quentinho e cheio de sol e brisa do mar.
Fazemos as malas, fato de banho, chapéu de sol (importantíssimo) e protector solar.

Não fossem as intermináveis filas de trânsito até à Costa da Caparica e o dia seria perfeito, mas como diz o ditado 'não há bela sem se não' e lá aguradamos cheias de calor até chegarmos ao areal.
Chegámos!
Como é bom enterrar os pés na areia, ainda, fria porque é manhã e contemplar aquele azul que só o mar nos sabe e pode dar. As gaivotas sobrevoam as nossas cabeças com o seu som típico de quem procura alimento e aquele cheio a brisa e a areia humida da madrugada.
Há então que estender a toalha, abrir o chapéu e disfrutar de um rico dia de praia.
Insistentemente os miúdos pedem que lhes encha o barco insuflável e ficam todos contentes quando brincam com ele dentro de água.

Ah!
Como eu adoro a praia...


Mas nem tudo são rosas, nesta ida à Costa. É verdade existem coisas que me irritam solenemente.
Parece uma parvoice, mas detesto a areia e se associado a esta vem o vento, pior ainda.
Não há nada que me faça sair da praia, a não ser o facto de ficar com o corpo cheio de areia arrastada pelo vento (acho que tenho de comprar um desses novos protectores de rápida absorção).

Mas falemos daqueles dias em que o sol brilha, há prazer em estar tempos intermináveis dentro da água e dar grandes passeios à beira-mar.
Nesses dias não há, claramente, nada melhor do que passar o dia na beach, não descuidando o uso do protector solar principalmente nas crianças.

O problemas surge na altura de ir embora, quando os miúdos pedem para ficar mais um bocadinho e nós aproveitamos o facto de também termos pouca vontade de sair e dizemos: 'Tudo bem, mas é só mais meia horinha'.
Passado esse tempo eles pedem perlongamento dessa meia hora, mas nó já estamos cansadas e decidimos ir mesmo para casa.

Decididos a voltar, sirge o tormento das incontornáveis filas de regresso a Lisboa e é aqui que os miúdos, cansados de tanta brincadeira, acabam por adormecer no banco de trás do carro e a nossa cabeça só fixa a banheira em casa com um bom banho relaxante.

Ah! Finalmente em casa!
Home Sweet Home!

E assim se passa um belo dia de praia.
Betty Brown

08 julho 2007

Nova Lei do Tabaco

Quando o Governo já aprovou a nova lei do tabaco, fumar é algo que já se pensa duas vezes antes de acender um cigarro.
O Governo quer que sejam os estabelecimentos a escolher se ‘aceitam ou não’ que se fume dentro das suas casas, nomeadamente em restaurantes e discotecas.
Ora bem. Vejamos…

Acham que se os proprietários escolherem não fumadores, vão ter clientela suficiente para viabilizar o negócio?
Eu penso que não, sabendo desde logo que os frequentadores, sobretudo, dos locais de diversão nocturna são fumadores natos. Por isso se uma discoteca vai impedir que se fume dentro do recinto vai, claramente, ficar às moscas ou quase.
Nisto Espanha vai, mais uma vez, à frente existindo já discotecas e restaurantes que têm reservado um espaço específico para se fumar umas cigarradas e devo confessar, pelo que vi, que o resultado é bastante positivo.
Mas tal como Espanha, também Londres e Paris já aderiram a este tipo de opção, porque se os não fumadores não têm de ser obrigados a suportar o fumo, o mesmo acontece em sentido. Os fumadores não devem ser privados de um vício que, sabemos bem nós os fumadores, é difícil de controlar.
E ainda há a vontade do Governo em limitar, no mínimo claro, o preço do tabaco, Não será isto beneficiar as tabaqueiras?
Para quanto vai cada maço de tabaco?
Bem vou aguardar para ver no que vai dar esta lei.
Betty Brown

30 junho 2007

P....? Nem Vê-las


Uma pessoa vai ao Salão Erótico para arregalar a vista. Para ver espécimes interessantes que podem ter o cérebro ôco mas têm um corpo que compensa alguma futilidade inerente ao universo porno.


Se estava à espera de ver grandes "pindericalhos" como o tão afamado falo de Nacho Vidal, bem me lixei. A mim calhou-me apenas um pirilau minusculo colado na ponta de um lápis...nem dá pra consolar a vista quanto mais o resto!


Ao menos ficam como pontos positivos a Ciciolina, que esteve a dar autógrafos na FIL. A senhora de clássicos como Banana com Chocolate (a banana ainda ia...agora o chocolate...vai lá vai) está muito bem conservada com umas peitaças a encher a vista.


Num estilo diferente também assisti ao número de Sonia Baby, a actriz porno espânica, conhecida por ter uns musculos vaginais anormalmente ginasticados, ao ponto de dar autógrafos com a "tcheca" como diz a minha querida Nelly.

Uma verdadeira artista que levou o público ao rubro com o seu número, poderia chamá-lo "o número do fontanário", onde após verter meio litro de água pela genitália, consegue expeli-la de forma fenómenal...melhor, só com foguetes!

Cláudia Matos Silva