É o sentido de NAÇÃO
Muito orgulhosos do passado mas pessimistas no presente, os portugueses aparecem como um dos povos, de um conjunto de 40 países, que mais nacionalista é e mais valoriza os seus antepassados.
«Os portugueses orgulham-se imenso do seu passado, da sua história e do facto de terem antepassados portugueses», no entanto «não têm nenhum orgulho de uma boa parte daquilo que é a sua situação presente», afirmou um dos coordenadores de um estudo sobre Identidade Nacional, realizado no âmbito da rede de pesquisa Internacional Social Survey Programme (ISSP).
A situação económica, o funcionamento do Estado, o estado da Segurança Social e da justiça social são as dimensões que mais contribuem para o «pessimismo e descontentamento» dos portugueses no presente, explicou José Manuel Sobral.
Apenas o estado de desenvolvimento científico e tecnológico assim como as Forças Armadas são motivos de orgulho para os portugueses.
Sendo a identidade nacional uma fonte de identificação considerada importante por todos os países, os portugueses surgem no cimo da tabela a par com os Estados Unidos da América e a Venezuela como os mais nacionalistas.
«Os portugueses identificam-se fortemente com a sua nação ao ponto de acharem que se deve apoiar o Estado português mesmo quando ele leva a cabo uma política errónea», sublinhou o investigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.
Outro dos coordenadores do estudo considerou que o passado histórico acaba por ser possivelmente «um refúgio para a situação presente».
«Não sei se vivemos em constante nostalgia, o que sei é que provavelmente a história constituiu um refúgio para a situação presente», afirmou Jorge Vala.
O investigador coordenador do ICS sublinhou como «interessante» o facto de o povo português ser «pouco crítico e muito concordante com a nação quando estão em causa objectivos nacionais».
Muito orgulhosos do passado mas pessimistas no presente, os portugueses aparecem como um dos povos, de um conjunto de 40 países, que mais nacionalista é e mais valoriza os seus antepassados.«Os portugueses orgulham-se imenso do seu passado, da sua história e do facto de terem antepassados portugueses», no entanto «não têm nenhum orgulho de uma boa parte daquilo que é a sua situação presente», afirmou um dos coordenadores de um estudo sobre Identidade Nacional, realizado no âmbito da rede de pesquisa Internacional Social Survey Programme (ISSP).
A situação económica, o funcionamento do Estado, o estado da Segurança Social e da justiça social são as dimensões que mais contribuem para o «pessimismo e descontentamento» dos portugueses no presente, explicou José Manuel Sobral.
Apenas o estado de desenvolvimento científico e tecnológico assim como as Forças Armadas são motivos de orgulho para os portugueses.
Sendo a identidade nacional uma fonte de identificação considerada importante por todos os países, os portugueses surgem no cimo da tabela a par com os Estados Unidos da América e a Venezuela como os mais nacionalistas.
«Os portugueses identificam-se fortemente com a sua nação ao ponto de acharem que se deve apoiar o Estado português mesmo quando ele leva a cabo uma política errónea», sublinhou o investigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa.
Outro dos coordenadores do estudo considerou que o passado histórico acaba por ser possivelmente «um refúgio para a situação presente».
«Não sei se vivemos em constante nostalgia, o que sei é que provavelmente a história constituiu um refúgio para a situação presente», afirmou Jorge Vala.
O investigador coordenador do ICS sublinhou como «interessante» o facto de o povo português ser «pouco crítico e muito concordante com a nação quando estão em causa objectivos nacionais».
Jorge Vala apelidou esta postura de «nacionalismo acrítico» e defendeu a necessidade de um maior debate e de uma visão participativa e crítica no seio da nação.
A rede de pesquisa Internacional Social Survey Programme (ISSP) integra 40 países e consiste numa infraestrutura de conhecimento destinada a apoiar a pesquisa dos investigadores em ciências sociais.
A rede de pesquisa Internacional Social Survey Programme (ISSP) integra 40 países e consiste numa infraestrutura de conhecimento destinada a apoiar a pesquisa dos investigadores em ciências sociais.
Betty Brown






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